sexta-feira, 11 de abril de 2008
Palavra Sobre o Divorcio

Infelizmente, nos dias de hoje é normal vermos crentes casando e se divorciando, como se faz no mundo , vejo pessoas que até em nosso meio se dizem fazer parte de uma geração de profetas mas se entregam ao divórcio, adultério e paixões ilícitas. Sei que talvez mexerei com algumas estruturas, e meus amigos que são ou estão se divorciando que me perdoem; mas não vou calar meus lábios para alertá -los do risco, pecado e até da maldição que isso traz.
Vou fazer uma pergunta: Por quanto tempo deve- se manter um casamento? Romanos 7:2 “Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido.” Aqui é claro que vemos Deus ensinando que o casamento deve se manter até a morte. Casar-se é algo muito sério, é quase que uma decisão sem volta. Biblicamente existe somente uma condição para o divórcio: em Mateus 5:32 “Eu, porém, vos digo que todo aquele que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz adúltera; e quem casar com a repudiada, comete adultério.” Somente no caso de infidelidade ou como diz em outras traduções “relações sexuais ilícitas” há uma abertura para o divórcio, mas vale a pena ressaltar que DEUS NÃO SE AGRADA DO DIVÓRCIO !!! O casamento é a união de um homem e uma mulher ao ponto de serem “UM SÓ”. Temos que ter o temor que isso é serio!! diz em Malaquias 2:14-16 “Todavia perguntais: Por que? Porque o Senhor tem sido testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, para com a qual procedeste deslealmente sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. E não fez ele somente um, ainda que lhe sobejava espírito? E por que somente um? Não é que buscava descendência piedosa? Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel, e aquele que cobre de violência o seu vestido; portanto cuidai de vós mesmos, diz o Senhor dos exércitos; e não sejais infiéis.”
Sabendo que Deus não se agrada do divórcio por que nós que dizemos que amamos a Deus sobre todas as coisas iríamos fazer algo que desagradá Lo? Desagradaríamos o nosso Pai somente para atender uma paixão carnal ? Não seria talvez pecado desagradar o Coração do Pai ?
Já ouvi a seguinte frase: AHH, mas meu marido não é cristão ou minha esposa não está na mesma visão, e isso traz problemas em meu casamento, não dá certo! etc, etc, etc … Em 1 Coríntios 7:12-14 “Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher incrédula, e ela consente em habitar com ele, não se separe dela. E se alguma mulher tem marido incrédulo, e ele consente em habitar com ela, não se separe dele. Porque o marido incrédulo é santificado pela mulher, e a mulher incrédula é santificada pelo marido crente; de outro modo, os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos.”
Creio que não preciso falar mais nada, não é?? mesmo seu cônjuge não sendo da mesma fé que você, mas se a AMA e há amor entre ambas as partes, que isso não seja motivo de divórcio. Sempre veremos na palavra espaço e referências para reconciliação e perdão.
Já pensou se nosso Noivo Jesus buscasse se divorciar de sua Noiva cada vez que ela pecasse contra ele ?
Se somos filhos de Deus temos que buscar os padrões de Deus e de seu Reino para nossa vida, se o mundo diz se separe e não tenha misericórdia, Deus diz Perdoe e busque reconciliação, pois é assim que EU faço com você !!
Que Venhamos a buscar os padrões do Reino de Deus !!
Na geração profética não há lugar para aceitação do divórcio e do adultério !!
Para questões pessoais - ouça o Espírito Santo !!
obs: Sei que há muitas interpretações e pensamento a cerca do 2º casamento, por isso não entro nesse detalhe para não gerar polêmica, mas o que podemos concordar é que DEUS ABOMINA O DIVÓRCIO E AMA O PERDÃO E RECONCILIAÇÃO!
Para os covardes de plantão! serão deletados os comentários feitos sem nomes (Identificação) e sem e-mail ou com e-mail fantasia.
Com Amor !!
Leo Marivil
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Mitos sobre o Shofar
Sabemos que o Shofar é um instrumento profético, e tem um significado profundo, mas o que queremos mostrar nesse tópico é “verdades e mitos” sobre o Shofar.
Achamos uma necessidade de escrever esse artigo para esclarecer varias duvidas que recebemos de vários tocadores de Shofar que o Senhor tem levantado pela nossa nação.
Sabemos que essas pessoas estão correspondendo com um desejo do Espirito Santo em clamar o Reino do Senhor aqui na terra e o Arrependimento dos pecados, porem existem muitos boatos e mitos que as mesmas pessoas estão dando ouvidos e tem gerado meio que uma certa confusão. Bom abaixo estaremos exemplificando os mitos e perguntas mais freqüentes sobre o Shofar e seu uso. Perguntas essas que temos recebido há um bom tempo:
Perguntas freqüentes:
1° - Mulher pode tocar Shofar ?
2° - O Shofar eu tenho que ganhar ou comprar ?
3° - O Shofar só pode ser tocado por um Levita ou sacerdote ?
4° - Preciso ser ungido por uma autoridade para tocar o Shofar ?
5° - O Shofar deve ser ungido ?
6° - É verdade que a Unção ou “presença” de Deus só vem com o toque do Shofar ?
7° - O Shofar é um instrumento de Guerra espiritual ?
8° - É verdade que não devemos deixar ninguém tocar nosso Shofar ?
9° - É verdade que o Shofar não pode ser colocado no chão ?
10° - É verdade que não devemos deixar nossas crianças tocarem no Shofar ?
11° - Tenho que cobrir a cabeça como os judeus para tocar o Shofar ?
...
As respostas que vamos dar a essas perguntas terão respaldo bíblico, base na tradição judaica e o maior respaldo que temos que é a revelação do Espirito Santo com relação a essas perguntas.
1° - Mulher pode tocar Shofar ?
Você pode achar estranho mas para essa pergunta existem duas respostas, a primeira é “não” explicaremos por que. Na bíblia não temos referencia de que mulher toque shofar, e sim isso era um oficio do sacerdote filho de Arão, segundo diz em Levíticos e Números, também na tradição Judaica a mulher não costuma tocar shofar e sim somente um homem, sendo que no judaísmo o shofar é tocado somente em festas especificas como Rosh HaShanah e Yom Kipur, somente nessas datas os judeus tocam shofar. Se olharmos somente desse ponto de vista, a mulher não tem espaço para tocar shofar.
Agora teremos a Segunda reposta . “sim” ! a Mulher pode tocar o shofar ! primeiro motivo que temos que levar em consideração é que hoje todos nós somos Sacerdotes e “Sacerdotisas”, e como Sacerdotes temos o dever de cumprir o nosso oficio sacerdotal de Adorar e interceder pelas pessoas, cidades e nações. Como Sacerdotes e “Filhos” de Deus temos que estar aberto ao que o Espirito Santo pedir para que façamos, se Ele mandar uma Mulher tocar o Shofar e ela corresponder com esse pedido do Pai, então ela estará debaixo da vontade de Deus, as pessoas achando correto ou não.
2° - O Shofar eu tenho que ganhar ou comprar ?
Para responder essa pergunta terei de fazer outra para você: “você crê que você seja filho de Deus ? e que tudo que você tem, e todos os seus recursos quem te dá é o seu Pai Celeste?” se você crê nisso qual a diferença entre comprar e ganhar ? quando as pessoas me perguntam sobre isso eu respondo: “você não deveria perguntar se compro ou ganho e sim se a vontade de Deus que você tenha um Shofar” pois se for a vontade de Deus Ele te dará o Recurso no tempo certo e na hora certa, que Ele deseja que você tenha um Shofar, ou você poderá ganhar também, isso é Deus que decide, porem você deve Ter o ouvidos abertos para ouvir a voz do Espirito Santo e entender a vontade de Deus. Se Deus falou que você vai ganhar, então espere! agora se Deus só falou que você terá um Shofar ou colocou esse desejo no seu coração, tenha certeza que isso é de Deus, então não vejo problema em você comprar um. Sempre entendendo que Tudo vem do Senhor, e Tudo é Para o Senhor.
3° - O Shofar só pode ser tocado por um Levita ou sacerdote ?
Infelizmente hoje temos um conceito muito errado sobre “Levitas e sacerdotes”, muitos entendem que Levitas são somente aqueles Músicos, que tocam no louvor da igreja e sacerdotes são os Pastores ou alguém que tem um cargo na igreja. Infelizmente isso é uma idéia muito errada, que trazemos ainda da igreja católica, onde se tem os Sacerdotes que são padres e bispos, e o povo que não é nada. Lembrando que Lutero era compra isso, e pregava o “Sacerdócio de todos os santos”. Se lesse-mos Hebreus entenderíamos que hoje não á mais espaços para o ministério Levitico na igreja, e não há mais distinção entre sacerdotes e povo, pois todos somos sacerdotes, não mais segundo a ordem levitica e sim uma ordem superior que é a de Melquezedeque, o livro de Hebreus diz isso. Se entendemos isso então poderia responder a pergunta dizendo que TODOS podemos tocar o Shofar! Lembrando que em primeiro lugar devemos seguir uma orientação do Espirito Santo para isso, se você tocar o Shofar sem Ter uma direção do Espirito, você estará tocando em vão.
4° - Preciso ser ungido por uma autoridade para tocar o Shofar ?
Não! Não precisa !
E Sim, Você deve Ter o respaldo o Espirito Santo para tocar o Shofar, como falamos acima. Muitos vem até nós e pedem para venhamos a ungir elas para tocar o Shofar, e nós não fazemos isso, primeiro por que não existe na bíblia tal unção para tal ato, e segundo por que entendemos que muitos que fazem isso estão mistificando o simples ato de tocar o Shofar na Direção do Espirito Santo, muitas vezes Deus esta falando com as pessoas que tem um shofar para tocar e profetizar algo, só que elas se prendem ao fato de “não ser ungida” por que ouviu alguém dizer isso, e acabam por não tocar, deixam de liberar aquilo que Deus queria liberar e de profetiza aquilo que Deus queria que fosse profetizado. Sejamos Livres e CHEIOS da verdadeira unção que não vem de homens para corresponder com o Espirito Santo, sem misticismos !!
5° - O Shofar deve ser ungido ?
Você pode ungir seu Shofar, se for uma direção de Deus, mas não é uma regra. Também já tivemos casos de pessoas que vieram nos pedir para ungir os shofares delas, porem também não fazemos isso, e muito menos “oramos” pelo shofar, e sim intercedemos pela pessoa que toca o Shofar, para ela ela seja ungida pelo Espirito Santo para isso, e corresponda com aquilo que Deus pede dela.
6° - É verdade que a Unção ou “presença” de Deus só vem com o toque do Shofar ?
Não ! é pura mentira ! a unção de Deus e sua presença não vão se limitar ao som de um chifre, e sim, a presença de Deus só virá onde ouver corações quebrantados e voltado para o Adora-lo em Espirito e em Verdade. Mais uma vez esse tipo de informação de que a unção de Deus só vem com o toque do Shofar é mais uma jogada de marketing para criar uma “super” imagem do Shofar, como se Ele fosse PODEROSO. “Pai Perdoa-nos pela nossa mediocridade !!”
7° - O Shofar é um instrumento de Guerra espiritual ?
Em Josué o Shofar foi tocado na batalha de Jerico, e sabemos o que aconteceu, as Muralhas caíram, e o povo entrou na cidade, aqui o que houve foi uma direção do próprio Deus para se tocar o Shofar naquela ocasião, e Deus se manifestou, não por que o Shofar foi tocado, e sim por que o Povo correspondeu com o seu pedido, a mesma coisa acontece hoje, o Shofar não é um instrumento de Guerra espiritual, e sim é um instrumento profético, que clama ao Povo por Santidade e arrependimento, e quando estamos em Santidade e arrependimento coletivo como o Povo de Israel fazia quando ouvia o Som do Shofar, e Deus nos faz um pedido especial e nós correspondemos com esse pedido, Coisas tremendas acontecem, tanto no Reino espiritual como no Terreno, assim como aconteceu em Jericó.
8° - É verdade que não devemos deixar ninguém tocar nosso Shofar ?
Não é verdade ! não tem problema nenhum se um Irmão tocar nosso Shofar, desde que ele esteja na direção do Espirito Santo é Claro. Agora se a pessoa tem Nojo ou é questão de higiene que ela não deixa ninguém tocar o Shofar Dela, ela tem que lembrar que Jesus lavou os pés dos discípulos, tem que lembrar que Jesus foi Cuspido na cara por causa de nossos pecados.
Que possamos nos livrar desses dogmas falsos que muitas vezes impedem a voz do Espirito Santo de falar mais alto.
9° - É verdade que o Shofar não pode ser colocado no chão ?
Não é verdade !... acho que não preciso falar muito né ? que possamos tomar cuidado com a idolatria!
10° - É verdade que não devemos deixar nossas crianças tocarem no Shofar ?
No Judaísmo muitas crianças aprendem a tocar o Shofar desde pequenas, os pais tem o costume de ensina-las os seus significados, os seus toques e sua tradição, não vejo problema nisso, se nossas crianças tem essa curiosidade de tocar, aproveite para ensinar a ela sobre isso e sobre o Reino de Deus. Também temos que entender que um Shofar não é brinquedo de criança, e isso vale até mesmo para muita gente grande também.
11° - Tenho que cobrir a cabeça como os judeus para tocar o Shofar ?
Não, seja livre no Espirito Santo para corresponder com o que Ele pede, se ele mandar você cobrir a cabeça para tocar o Shofar, então cubra, se não mandou não cubra por modismo ou por achar bonito, agora se você é judeu e tem isso como tradição bíblica para sua vida, então continue, até que Deus te mostre ao contrario. Que venhamos a tomar cuidado com o Ultra Legalismo.
Bom, cremos que o principal para todos nós é Ter a identidade de Filho de Deus, e como filho ser obediente ao Pai, correspondendo com o que o Espirito Santo nos pede ....
Que possamos dar liberdade para o Espirito Santo agir de uma forma profética através de nossas vidas !
Léo Marivil Casa de Davi / Kol Shofar
Sabemos que o Shofar é um instrumento profético, e tem um significado profundo, mas o que queremos mostrar nesse tópico é “verdades e mitos” sobre o Shofar.
Achamos uma necessidade de escrever esse artigo para esclarecer varias duvidas que recebemos de vários tocadores de Shofar que o Senhor tem levantado pela nossa nação.
Sabemos que essas pessoas estão correspondendo com um desejo do Espirito Santo em clamar o Reino do Senhor aqui na terra e o Arrependimento dos pecados, porem existem muitos boatos e mitos que as mesmas pessoas estão dando ouvidos e tem gerado meio que uma certa confusão. Bom abaixo estaremos exemplificando os mitos e perguntas mais freqüentes sobre o Shofar e seu uso. Perguntas essas que temos recebido há um bom tempo:
Perguntas freqüentes:
1° - Mulher pode tocar Shofar ?
2° - O Shofar eu tenho que ganhar ou comprar ?
3° - O Shofar só pode ser tocado por um Levita ou sacerdote ?
4° - Preciso ser ungido por uma autoridade para tocar o Shofar ?
5° - O Shofar deve ser ungido ?
6° - É verdade que a Unção ou “presença” de Deus só vem com o toque do Shofar ?
7° - O Shofar é um instrumento de Guerra espiritual ?
8° - É verdade que não devemos deixar ninguém tocar nosso Shofar ?
9° - É verdade que o Shofar não pode ser colocado no chão ?
10° - É verdade que não devemos deixar nossas crianças tocarem no Shofar ?
11° - Tenho que cobrir a cabeça como os judeus para tocar o Shofar ?
...
As respostas que vamos dar a essas perguntas terão respaldo bíblico, base na tradição judaica e o maior respaldo que temos que é a revelação do Espirito Santo com relação a essas perguntas.
1° - Mulher pode tocar Shofar ?
Você pode achar estranho mas para essa pergunta existem duas respostas, a primeira é “não” explicaremos por que. Na bíblia não temos referencia de que mulher toque shofar, e sim isso era um oficio do sacerdote filho de Arão, segundo diz em Levíticos e Números, também na tradição Judaica a mulher não costuma tocar shofar e sim somente um homem, sendo que no judaísmo o shofar é tocado somente em festas especificas como Rosh HaShanah e Yom Kipur, somente nessas datas os judeus tocam shofar. Se olharmos somente desse ponto de vista, a mulher não tem espaço para tocar shofar.
Agora teremos a Segunda reposta . “sim” ! a Mulher pode tocar o shofar ! primeiro motivo que temos que levar em consideração é que hoje todos nós somos Sacerdotes e “Sacerdotisas”, e como Sacerdotes temos o dever de cumprir o nosso oficio sacerdotal de Adorar e interceder pelas pessoas, cidades e nações. Como Sacerdotes e “Filhos” de Deus temos que estar aberto ao que o Espirito Santo pedir para que façamos, se Ele mandar uma Mulher tocar o Shofar e ela corresponder com esse pedido do Pai, então ela estará debaixo da vontade de Deus, as pessoas achando correto ou não.
2° - O Shofar eu tenho que ganhar ou comprar ?
Para responder essa pergunta terei de fazer outra para você: “você crê que você seja filho de Deus ? e que tudo que você tem, e todos os seus recursos quem te dá é o seu Pai Celeste?” se você crê nisso qual a diferença entre comprar e ganhar ? quando as pessoas me perguntam sobre isso eu respondo: “você não deveria perguntar se compro ou ganho e sim se a vontade de Deus que você tenha um Shofar” pois se for a vontade de Deus Ele te dará o Recurso no tempo certo e na hora certa, que Ele deseja que você tenha um Shofar, ou você poderá ganhar também, isso é Deus que decide, porem você deve Ter o ouvidos abertos para ouvir a voz do Espirito Santo e entender a vontade de Deus. Se Deus falou que você vai ganhar, então espere! agora se Deus só falou que você terá um Shofar ou colocou esse desejo no seu coração, tenha certeza que isso é de Deus, então não vejo problema em você comprar um. Sempre entendendo que Tudo vem do Senhor, e Tudo é Para o Senhor.
3° - O Shofar só pode ser tocado por um Levita ou sacerdote ?
Infelizmente hoje temos um conceito muito errado sobre “Levitas e sacerdotes”, muitos entendem que Levitas são somente aqueles Músicos, que tocam no louvor da igreja e sacerdotes são os Pastores ou alguém que tem um cargo na igreja. Infelizmente isso é uma idéia muito errada, que trazemos ainda da igreja católica, onde se tem os Sacerdotes que são padres e bispos, e o povo que não é nada. Lembrando que Lutero era compra isso, e pregava o “Sacerdócio de todos os santos”. Se lesse-mos Hebreus entenderíamos que hoje não á mais espaços para o ministério Levitico na igreja, e não há mais distinção entre sacerdotes e povo, pois todos somos sacerdotes, não mais segundo a ordem levitica e sim uma ordem superior que é a de Melquezedeque, o livro de Hebreus diz isso. Se entendemos isso então poderia responder a pergunta dizendo que TODOS podemos tocar o Shofar! Lembrando que em primeiro lugar devemos seguir uma orientação do Espirito Santo para isso, se você tocar o Shofar sem Ter uma direção do Espirito, você estará tocando em vão.
4° - Preciso ser ungido por uma autoridade para tocar o Shofar ?
Não! Não precisa !
E Sim, Você deve Ter o respaldo o Espirito Santo para tocar o Shofar, como falamos acima. Muitos vem até nós e pedem para venhamos a ungir elas para tocar o Shofar, e nós não fazemos isso, primeiro por que não existe na bíblia tal unção para tal ato, e segundo por que entendemos que muitos que fazem isso estão mistificando o simples ato de tocar o Shofar na Direção do Espirito Santo, muitas vezes Deus esta falando com as pessoas que tem um shofar para tocar e profetizar algo, só que elas se prendem ao fato de “não ser ungida” por que ouviu alguém dizer isso, e acabam por não tocar, deixam de liberar aquilo que Deus queria liberar e de profetiza aquilo que Deus queria que fosse profetizado. Sejamos Livres e CHEIOS da verdadeira unção que não vem de homens para corresponder com o Espirito Santo, sem misticismos !!
5° - O Shofar deve ser ungido ?
Você pode ungir seu Shofar, se for uma direção de Deus, mas não é uma regra. Também já tivemos casos de pessoas que vieram nos pedir para ungir os shofares delas, porem também não fazemos isso, e muito menos “oramos” pelo shofar, e sim intercedemos pela pessoa que toca o Shofar, para ela ela seja ungida pelo Espirito Santo para isso, e corresponda com aquilo que Deus pede dela.
6° - É verdade que a Unção ou “presença” de Deus só vem com o toque do Shofar ?
Não ! é pura mentira ! a unção de Deus e sua presença não vão se limitar ao som de um chifre, e sim, a presença de Deus só virá onde ouver corações quebrantados e voltado para o Adora-lo em Espirito e em Verdade. Mais uma vez esse tipo de informação de que a unção de Deus só vem com o toque do Shofar é mais uma jogada de marketing para criar uma “super” imagem do Shofar, como se Ele fosse PODEROSO. “Pai Perdoa-nos pela nossa mediocridade !!”
7° - O Shofar é um instrumento de Guerra espiritual ?
Em Josué o Shofar foi tocado na batalha de Jerico, e sabemos o que aconteceu, as Muralhas caíram, e o povo entrou na cidade, aqui o que houve foi uma direção do próprio Deus para se tocar o Shofar naquela ocasião, e Deus se manifestou, não por que o Shofar foi tocado, e sim por que o Povo correspondeu com o seu pedido, a mesma coisa acontece hoje, o Shofar não é um instrumento de Guerra espiritual, e sim é um instrumento profético, que clama ao Povo por Santidade e arrependimento, e quando estamos em Santidade e arrependimento coletivo como o Povo de Israel fazia quando ouvia o Som do Shofar, e Deus nos faz um pedido especial e nós correspondemos com esse pedido, Coisas tremendas acontecem, tanto no Reino espiritual como no Terreno, assim como aconteceu em Jericó.
8° - É verdade que não devemos deixar ninguém tocar nosso Shofar ?
Não é verdade ! não tem problema nenhum se um Irmão tocar nosso Shofar, desde que ele esteja na direção do Espirito Santo é Claro. Agora se a pessoa tem Nojo ou é questão de higiene que ela não deixa ninguém tocar o Shofar Dela, ela tem que lembrar que Jesus lavou os pés dos discípulos, tem que lembrar que Jesus foi Cuspido na cara por causa de nossos pecados.
Que possamos nos livrar desses dogmas falsos que muitas vezes impedem a voz do Espirito Santo de falar mais alto.
9° - É verdade que o Shofar não pode ser colocado no chão ?
Não é verdade !... acho que não preciso falar muito né ? que possamos tomar cuidado com a idolatria!
10° - É verdade que não devemos deixar nossas crianças tocarem no Shofar ?
No Judaísmo muitas crianças aprendem a tocar o Shofar desde pequenas, os pais tem o costume de ensina-las os seus significados, os seus toques e sua tradição, não vejo problema nisso, se nossas crianças tem essa curiosidade de tocar, aproveite para ensinar a ela sobre isso e sobre o Reino de Deus. Também temos que entender que um Shofar não é brinquedo de criança, e isso vale até mesmo para muita gente grande também.
11° - Tenho que cobrir a cabeça como os judeus para tocar o Shofar ?
Não, seja livre no Espirito Santo para corresponder com o que Ele pede, se ele mandar você cobrir a cabeça para tocar o Shofar, então cubra, se não mandou não cubra por modismo ou por achar bonito, agora se você é judeu e tem isso como tradição bíblica para sua vida, então continue, até que Deus te mostre ao contrario. Que venhamos a tomar cuidado com o Ultra Legalismo.
Bom, cremos que o principal para todos nós é Ter a identidade de Filho de Deus, e como filho ser obediente ao Pai, correspondendo com o que o Espirito Santo nos pede ....
Que possamos dar liberdade para o Espirito Santo agir de uma forma profética através de nossas vidas !
Léo Marivil Casa de Davi / Kol Shofar
Servindo a Deus com Coração Idólatra
Há alguns meses, um amigo perguntou-me à queima-roupa, como se estivéssemos em um concurso bíblico: “Qual o primeiro dos dez mandamentos?” Reagindo com a mesma impetuosidade da pergunta, respondi a primeira coisa que me veio à mente: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” (Mt 22.27).
Só depois de ver seu olhar de deboche, percebi que havia respondido rápido demais. Sem pensar, eu havia substituído o primeiro dos dez mandamentos, expresso em Êxodo 20.3, pelo resumo dos mandamentos dado por Jesus no Novo Testamento. Mas a brincadeira me fez pensar. Por que eu havia ignorado o tão solene mandamento: “Não terás outros deuses diante de mim”?
Meses depois, durante um período de oração, pedi a Deus que falasse comigo através de sua Palavra. Como todo pastor, tenho que exercer a disciplina de buscar na Palavra alimento para minha alma de ovelha e não somente novas mensagens para o rebanho que pastoreio. Isso pode levar algum tempo, a princípio.
Naquele dia, porém, meus olhos passaram novamente pelo texto de Êxodo 20.3, 4: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.” Sem nem ao menos considerar o texto, virei as páginas na Bíblia, buscando algo que fosse direcionado a uma pessoa já “convertida”, e não uma lição básica sobre idolatria destinada aos neófitos do Reino de Deus. Foi então que senti que Deus me levava de volta ao texto, e quanto mais eu o lia, mais parecia penetrar em minha alma.
Uma Questão Mal Resolvida
Percebi que, enquanto meditava, algo acontecia paralelamente em meu coração. Eu tentava convencer a mim mesmo de que não havia nada a aprender sobre idolatria. Eu não era idólatra. Fora criado em um lar evangélico à prova de idolatria. Nascido em berço evangélico e criado em um país predominantemente católico, fui educado a abominar imagens de escultura desde minha infância. Eu as via como verdadeiras representações de demônios; abominava as romarias que passavam em minha vizinhança carregando imagens em altares portáteis. Nunca havia olhado mais do que cinco segundos para qualquer imagem, muito menos me prostrado diante de uma. O que eu, um cristão evangélico, teria a aprender sobre idolatria?
Pouco a pouco, percebi que estava vivenciando uma imensa batalha em minha mente. Enquanto Deus queria lidar com questões mal resolvidas em minha espiritualidade, minha natureza humana procurava esquivar-se da espada divina, defendendo-se com justificativas e racionalizações. Finalmente, depois de algum tempo, dobrei-me à voz do Espírito.
A idolatria é uma questão mal resolvida para os cristãos evangélicos. É mal resolvida por estar resolvida demais. Não temos problema nenhum em refutar e atacar as formas de religiosidade idólatra, nem em identificarmos e criticarmos tais posturas. Trata-se de um pecado que não freqüenta nossas listas. Admitimos freqüentemente que temos que lutar com a mentira, a maledicência, o orgulho, a vaidade, a promiscuidade e tantos outros pecados mais “evidentes”. Mas a idolatria é simplesmente considerada o “pecado dos outros”. Todavia, se olharmos para a narrativa bíblica, especialmente no Antigo Testamento, veremos que a questão da idolatria é um grande tema bíblico. Desde que Deus tirou Abraão da terra de Ur dos caldeus, reconhecidamente idólatra, para estabelecer um relacionamento de fidelidade a ele, os descendentes de Abraão lutam contra essa tendência que parece estar impregnada na própria natureza do homem.
A idolatria é irracional. Especialmente no contexto do Antigo Testamento. Sempre que vejo as narrativas dos milagres realizados por Deus, por ocasião da libertação do povo de Israel do cativeiro egípcio, tenho grande dificuldade em compreender como a idolatria encontrou espaço no coração dos hebreus. Como alguém pode sequer considerar a hipótese de construir um bezerro de ouro diante da recente abertura do imenso Mar Vermelho diante de seus olhos? Haveria maior prova da soberania de Deus do que as manifestações sobrenaturais do próprio Deus no Êxodo? Comida caindo do céu, águas amargas transformadas em doces, roupas que resistem ao tempo, sandálias que não se desgastam nos pés, águas que saem de rochas – a lista é imensa. Seria possível considerar a hipótese de adorar outros deuses, diante de manifestações tão claras de autoridade e poder? Mas, como sabemos, a idolatria continuou se revelando como um câncer na vida do povo de Deus. Como um viciado que volta à química, Israel voltava à idolatria.
Por que algo tão irracional era tão freqüente? Talvez a resposta esteja por trás do que compreendemos por idolatria.
A Natureza da Idolatria
O que é um ídolo? A primeira figura que surge em nossas mentes é a de uma imagem de barro, metal ou pedra, diante da qual as pessoas se dobram para pedir alguma coisa. Mas o que está por trás dessa prática é o que constitui o problema.
A idolatria se define basicamente por três características essenciais: utilitarismo, egocentrismo e manipulação.
1. Utilitarismo
Em primeiro lugar, a idolatria é uma relação utilitarista. Um ídolo é um produto das mãos do próprio homem, construído a partir de suas paixões, desejos e necessidades. Nas culturas da antigüidade, os deuses nasciam a partir da necessidade imediata de determinado grupo. Por exemplo, o deus da fertilidade surgiu no contexto da necessidade da colheita. O deus da chuva, nas culturas indígenas, apareceu em um contexto de seca onde a chuva se revelava necessária e, até mesmo, urgente. Portanto, os deuses são construídos a partir de necessidades e desejos. Sem desejo não existe ídolo.
Em última análise, o ídolo não é um fim em si mesmo, e sim um meio para se atingir um fim. O ídolo não é adorado pelo que é e sim pelo que pode dar. O deus do idólatra é um objeto de uso. Uma espécie de trampolim para a realização de desejos pessoais.
Sendo assim, os ídolos nascem onde nascem os desejos. Os maiores postes-ídolos não são altares físicos, mas o próprio coração humano. Onde houver um desejo a ser realizado, existirá um deus a ser adorado. A idolatria não é um pecado exclusivo daqueles que se prostram diante de imagens. Faz parte de todo aquele que carrega – ainda que seja uma pequena fagulha – a ardente natureza corrompida do homem que o leva à busca de satisfação pessoal a qualquer custo.
A relação entre o desejo e o ídolo é dinâmica. De acordo com o desejo, o ídolo sofre mutações. Quando o desejo é dinheiro, o ídolo pode ser o trabalho. Mas quando o desejo é luxo, o ídolo é o próprio dinheiro.
Quando o desejo é prazer, o sexo se torna um deus. Mas quando o desejo é sentir-se amado, o ídolo pode ser o próprio cônjuge ou os filhos. Quando o desejo é fama, o ídolo pode ser o conhecimento ou talento. Quando o desejo é poder ou controle, o cargo político ou o púlpito da igreja podem tornar-se um deus. O ídolo sempre alimenta o desejo e só é apreciado enquanto atende necessidades.
Para percebermos nossas tendências idólatras, precisamos reconhecer nossos maiores desejos. Onde está o nosso prazer? Onde encontramos satisfação? E mais ainda: que meios, pessoas, posições ou situações nos trazem a sensação do prazer? Quando identificamos os meios, identificamos os deuses.
2. Egocentrismo
Em segundo lugar, a idolatria é egocêntrica. Se o que caracteriza a idolatria é o uso do deus, quem está no centro da espiritualidade não é o ídolo e, sim, o próprio homem. Enquanto alimenta o seu ídolo, o homem está, na verdade, trabalhando em prol de si mesmo. De fato, todos os ídolos são representações diferenciadas da própria tendência humana de auto-exaltação. Se olharmos nos olhos das “imagens de escultura” de nossos corações, veremos fotos ampliadas de nós mesmos. Enquanto alimentamos o que nos proporciona o objeto de desejo, somos nós mesmos que estamos sendo adorados.
A grande tentação humana é fazer do homem o seu próprio centro. Disfarçada nas mais diversas formas de devoção está a síndrome do Éden: ser igual a Deus.
3. Manipulação
Em terceiro lugar, a idolatria é manipulativa. É uma forma de definir fronteiras para o invisível. As imagens de esculturas são representações concretas e visíveis da realidade intangível. A princípio, pode ser uma tentativa de trazer para a realidade presente aquilo que se sente que está distante. Talvez fosse essa a intenção dos israelitas ao construir o bezerro de ouro. Colocar uma forma e uma face naquele que os havia libertado do cativeiro. Mas os desdobramentos dessa forma de pensar são extremamente enganosos. Uma vez que o invisível esteja aprisionado em uma forma, ele pode ser facilmente ignorado. O ídolo é manipulável. Ele pode ser venerado e descartado com a mesma facilidade, pois quem está no controle, na verdade, é o próprio homem.
Idolatria evangélica
Olhando sob esse prisma, aqueles que se denominam adoradores de um único Deus, podem cometer dois grandes erros.
O primeiro é dizer que não somos idólatras, quando nosso coração está cheio de altares. Dizer que não nos prostramos diante de ninguém senão de Deus, quando, na verdade, continuamos venerando nosso reflexo no espelho, fazendo tudo convergir ao nosso umbigo.
No entanto, o mais enganoso dos erros é o erro de servir ao único e verdadeiro Deus com um coração idólatra. A tentação de fazer de Deus um mero deus e, da adoração, mera idolatria.
Fazemos isso aplicando os valores da idolatria em nossa espiritualidade. Relacionando-nos com Deus de forma utilitária, egocêntrica e manipulativa. Quando nossa relação com Deus consiste apenas de usá-lo em prol do alcance de nossos desejos. Quando aquele que deve ser o centro é apenas um meio. Quando nos damos o direito de ignorá-lo uma vez que o consideremos desnecessário.
A idolatria evangélica é ainda mais contundente do que a veneração a imagens. Quando a praticamos, tentamos reduzir Deus a uma função menor: a função de nos fazer felizes. E quando a felicidade é o desejo final, Deus se torna um mero ídolo. Aquele que é o princípio e o fim de todas as coisas é visto como um trampolim para a realização de seus filhos. Ao invés de ser adorado, passa a ser utilizado. E nada nos acusa de idolatria, pois continuamos cantando nossos cânticos de adoração, praticando nossas disciplinas espirituais e realizando nossas rotinas religiosas. Mas o intento final não é a glória de Deus e, sim, a exaltação pessoal. Se as motivações são centradas no homem, o deus adorado aos domingos é o próprio homem. Servimos a Deus com coração idólatra quando olhamos para Deus procurando enxergar a nós mesmos. Quando levantamos as mãos aos céus, enquanto nos é conveniente. Quando ignoramos a soberania do Deus que nos sonda e conhece para manipularmos sua palavra, visando nosso bem-estar.
Deus é um ídolo quando ele se torna um passaporte para o céu ou um escape do inferno. Deus é um ídolo quando ele se torna um mero pagador de contas e provedor de luxos. Deus se torna um ídolo quando não aceito sua autoridade disciplinar em minha vida, revoltando-me contra os maus acontecimentos da vida e exigindo que ele faça alguma coisa para que eu volte a me sentir bem.
1. Deus Impessoal
Quando Deus se torna um ídolo, ele se torna impessoal. Estabelece-se uma relação fria, na qual Deus deixa de ser uma pessoa para tornar-se uma energia, uma “coisa” indefinida, que, justamente por não ser definível, não se importa de ser utilizado. Deus acaba assumindo a forma do objeto de desejo, uma vez que quem assim o vê apenas o concebe como sendo um meio para se atingir um fim.
A única situação em que uma pessoa consegue usar outra é quando o outro não é visto como pessoa. Tome por exemplo a prostituição. Um homem somente consegue usar a mulher como objeto, uma vez que não a veja mais como um ser humano. Ignorando sua individualidade e sufocando sua personalidade, aquele que usa alguém não vê problema algum, pois, afinal, é como qualquer outro objeto.
Ao ignorar a revelação de Deus como pessoa, o homem passa a utilizá-lo como qualquer outro objeto, como se a função de Deus fosse servir os interesses particulares dos homens.
2. Apenas Um dos Gomos da Laranja
Quando Deus se torna um ídolo, ele passa a ser apenas mais uma parte da vida. Nos dias atuais, os homens não ignoram a necessidade humana de espiritualidade. A maioria busca uma determinada expressão de espiritualidade que a faça de alguma forma transcender. No entanto a espiritualidade, nesses casos, não passa de mais uma faceta de uma vida multifacetada. Da mesma forma que a academia de ginástica ou o divã do psicólogo, o templo budista, a sessão espírita, a missa ou a igreja evangélica vêm simplesmente preencher uma necessidade da complexa vida humana.
“...a maioria de nós encara a vida como uma laranja e pensa que Deus é um dos gomos. Funciona mais ou menos da seguinte maneira: assim como interagimos com o trabalho, o lazer, o dinheiro, as pessoas, o corpo, a igreja e por aí vai, também interagimos com Deus – Deus é uma das nossas interações.”1 Nesse sentido, o papel de Deus na espiritualidade do homem pós-moderno é reduzido ao de mero preenchimento ocasional. O grande perigo desse tipo de abordagem é que ela isenta quem assim pensa do incômodo do questionamento. Abrigados pelo confortável esquema religioso, todos parecem estar em paz com a consciência e com Deus, e não existe nenhuma acusação que os faça repensar seus valores.
A religiosidade é um grande engano, talvez a maior aliada de Satanás no ofício de cegar o homem em relação à sua constante necessidade de Deus. Em uma espiritualidade sadia, o homem, embora buscando a santidade, nunca perde de vista suas limitações e tendências pecaminosas. A santidade de Deus e o contato com ela continuamente trazem à luz os ambientes obscuros do coração do homem, levando-o à humildade e ao arrependimento. A religiosidade abafa essa manifestação da luz, amortecendo os sentidos espirituais como uma espécie de anestesia, afastando o homem de Deus enquanto o faz pensar que está mais próximo dele.
3. Espiritualidade Imediatista
Quando Deus se torna um ídolo, sua espiritualidade se torna imediatista. Assim que Deus passa a ser visto como um objeto de uso, ele acaba sendo avaliado por seu desempenho. Em um mundo tecnológico onde a rapidez de resposta é a marca registrada da maioria dos objetos de uso, Deus tem a obrigação de responder com rapidez e eficiência.
Falar sobre o kairós de Deus é algo obsoleto e inquietante em uma sociedade acostumada a acionar botões. As pessoas estão cada vez mais impacientes. Ficam extremamente irritadas por esperarem um ou dois minutos no caixa eletrônico. Sentem que estão perdendo tempo. Sob essa perspectiva, se o cristianismo não providenciar respostas rápidas e prontas, ele se torna um sistema inadequado ao modus vivendi atual.
Enfim, à medida que esse processo se desenvolve, as posições vão se invertendo. O homem se torna deus e Deus, um mero ídolo.
Vencendo a idolatria
Deus não procura idólatras, ele procura adoradores. A adoração pressupõe submissão. Se nossa postura idólatra é constituída a partir de nossos desejos, a única maneira de deixar de ser idólatra é desejar a Deus. Se nossa busca pela felicidade nos torna idólatras, precisamos fazer de Deus nossa felicidade. Somente quando nosso deleite estiver centrado nele é que poderemos chamá-lo de Deus.
Creio que a verdadeira adoração é encontrar em Deus o lugar de prazer. Quando olhamos para ele sem enxergar nossas projeções e ideais, e conseguimos nos deliciar tão-somente no fato de estarmos com ele, então a libertação acontece.
No entanto, é necessária uma honesta avaliação. Como disse no início, existe uma imensa batalha sendo travada em nossas mentes, procurando anestesiar-nos em relação à idolatria. Mas se nos colocarmos diante de Deus, permitindo que ele nos sonde, nossa postura idólatra se evidenciará. Quando a imagem de Dagom foi colocada diante da Arca da Aliança, o ídolo pagão caiu por terra totalmente desmembrado. É preciso um Deus verdadeiro para confrontar a idolatria. É preciso submeter-se à avaliação divina; deixar que ele traga à tona nossas reais motivações, para que possamos encontrar lugar de arrependimento.
A idolatria é, sim, um pecado dos crentes. E, como todo pecado, precisa de arrependimento para ser limpo. O primeiro mandamento continua abordando um problema atual: nossa tendência em formar ídolos. Refletindo mais tarde, descobri que Mateus 22.17 não substitui Êxodo 20.3. Não é possível amar a Deus sem antes derrubar os ídolos, assim como não é possível adorar sem deixar de ser idólatra.
Que Deus nos perscrute com sua palavra e seu Espírito, derrube nossas tendências idólatras e seja para nós o único e verdadeiro Deus.
por Mateus Ferraz de campos
Há alguns meses, um amigo perguntou-me à queima-roupa, como se estivéssemos em um concurso bíblico: “Qual o primeiro dos dez mandamentos?” Reagindo com a mesma impetuosidade da pergunta, respondi a primeira coisa que me veio à mente: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” (Mt 22.27).
Só depois de ver seu olhar de deboche, percebi que havia respondido rápido demais. Sem pensar, eu havia substituído o primeiro dos dez mandamentos, expresso em Êxodo 20.3, pelo resumo dos mandamentos dado por Jesus no Novo Testamento. Mas a brincadeira me fez pensar. Por que eu havia ignorado o tão solene mandamento: “Não terás outros deuses diante de mim”?
Meses depois, durante um período de oração, pedi a Deus que falasse comigo através de sua Palavra. Como todo pastor, tenho que exercer a disciplina de buscar na Palavra alimento para minha alma de ovelha e não somente novas mensagens para o rebanho que pastoreio. Isso pode levar algum tempo, a princípio.
Naquele dia, porém, meus olhos passaram novamente pelo texto de Êxodo 20.3, 4: “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.” Sem nem ao menos considerar o texto, virei as páginas na Bíblia, buscando algo que fosse direcionado a uma pessoa já “convertida”, e não uma lição básica sobre idolatria destinada aos neófitos do Reino de Deus. Foi então que senti que Deus me levava de volta ao texto, e quanto mais eu o lia, mais parecia penetrar em minha alma.
Uma Questão Mal Resolvida
Percebi que, enquanto meditava, algo acontecia paralelamente em meu coração. Eu tentava convencer a mim mesmo de que não havia nada a aprender sobre idolatria. Eu não era idólatra. Fora criado em um lar evangélico à prova de idolatria. Nascido em berço evangélico e criado em um país predominantemente católico, fui educado a abominar imagens de escultura desde minha infância. Eu as via como verdadeiras representações de demônios; abominava as romarias que passavam em minha vizinhança carregando imagens em altares portáteis. Nunca havia olhado mais do que cinco segundos para qualquer imagem, muito menos me prostrado diante de uma. O que eu, um cristão evangélico, teria a aprender sobre idolatria?
Pouco a pouco, percebi que estava vivenciando uma imensa batalha em minha mente. Enquanto Deus queria lidar com questões mal resolvidas em minha espiritualidade, minha natureza humana procurava esquivar-se da espada divina, defendendo-se com justificativas e racionalizações. Finalmente, depois de algum tempo, dobrei-me à voz do Espírito.
A idolatria é uma questão mal resolvida para os cristãos evangélicos. É mal resolvida por estar resolvida demais. Não temos problema nenhum em refutar e atacar as formas de religiosidade idólatra, nem em identificarmos e criticarmos tais posturas. Trata-se de um pecado que não freqüenta nossas listas. Admitimos freqüentemente que temos que lutar com a mentira, a maledicência, o orgulho, a vaidade, a promiscuidade e tantos outros pecados mais “evidentes”. Mas a idolatria é simplesmente considerada o “pecado dos outros”. Todavia, se olharmos para a narrativa bíblica, especialmente no Antigo Testamento, veremos que a questão da idolatria é um grande tema bíblico. Desde que Deus tirou Abraão da terra de Ur dos caldeus, reconhecidamente idólatra, para estabelecer um relacionamento de fidelidade a ele, os descendentes de Abraão lutam contra essa tendência que parece estar impregnada na própria natureza do homem.
A idolatria é irracional. Especialmente no contexto do Antigo Testamento. Sempre que vejo as narrativas dos milagres realizados por Deus, por ocasião da libertação do povo de Israel do cativeiro egípcio, tenho grande dificuldade em compreender como a idolatria encontrou espaço no coração dos hebreus. Como alguém pode sequer considerar a hipótese de construir um bezerro de ouro diante da recente abertura do imenso Mar Vermelho diante de seus olhos? Haveria maior prova da soberania de Deus do que as manifestações sobrenaturais do próprio Deus no Êxodo? Comida caindo do céu, águas amargas transformadas em doces, roupas que resistem ao tempo, sandálias que não se desgastam nos pés, águas que saem de rochas – a lista é imensa. Seria possível considerar a hipótese de adorar outros deuses, diante de manifestações tão claras de autoridade e poder? Mas, como sabemos, a idolatria continuou se revelando como um câncer na vida do povo de Deus. Como um viciado que volta à química, Israel voltava à idolatria.
Por que algo tão irracional era tão freqüente? Talvez a resposta esteja por trás do que compreendemos por idolatria.
A Natureza da Idolatria
O que é um ídolo? A primeira figura que surge em nossas mentes é a de uma imagem de barro, metal ou pedra, diante da qual as pessoas se dobram para pedir alguma coisa. Mas o que está por trás dessa prática é o que constitui o problema.
A idolatria se define basicamente por três características essenciais: utilitarismo, egocentrismo e manipulação.
1. Utilitarismo
Em primeiro lugar, a idolatria é uma relação utilitarista. Um ídolo é um produto das mãos do próprio homem, construído a partir de suas paixões, desejos e necessidades. Nas culturas da antigüidade, os deuses nasciam a partir da necessidade imediata de determinado grupo. Por exemplo, o deus da fertilidade surgiu no contexto da necessidade da colheita. O deus da chuva, nas culturas indígenas, apareceu em um contexto de seca onde a chuva se revelava necessária e, até mesmo, urgente. Portanto, os deuses são construídos a partir de necessidades e desejos. Sem desejo não existe ídolo.
Em última análise, o ídolo não é um fim em si mesmo, e sim um meio para se atingir um fim. O ídolo não é adorado pelo que é e sim pelo que pode dar. O deus do idólatra é um objeto de uso. Uma espécie de trampolim para a realização de desejos pessoais.
Sendo assim, os ídolos nascem onde nascem os desejos. Os maiores postes-ídolos não são altares físicos, mas o próprio coração humano. Onde houver um desejo a ser realizado, existirá um deus a ser adorado. A idolatria não é um pecado exclusivo daqueles que se prostram diante de imagens. Faz parte de todo aquele que carrega – ainda que seja uma pequena fagulha – a ardente natureza corrompida do homem que o leva à busca de satisfação pessoal a qualquer custo.
A relação entre o desejo e o ídolo é dinâmica. De acordo com o desejo, o ídolo sofre mutações. Quando o desejo é dinheiro, o ídolo pode ser o trabalho. Mas quando o desejo é luxo, o ídolo é o próprio dinheiro.
Quando o desejo é prazer, o sexo se torna um deus. Mas quando o desejo é sentir-se amado, o ídolo pode ser o próprio cônjuge ou os filhos. Quando o desejo é fama, o ídolo pode ser o conhecimento ou talento. Quando o desejo é poder ou controle, o cargo político ou o púlpito da igreja podem tornar-se um deus. O ídolo sempre alimenta o desejo e só é apreciado enquanto atende necessidades.
Para percebermos nossas tendências idólatras, precisamos reconhecer nossos maiores desejos. Onde está o nosso prazer? Onde encontramos satisfação? E mais ainda: que meios, pessoas, posições ou situações nos trazem a sensação do prazer? Quando identificamos os meios, identificamos os deuses.
2. Egocentrismo
Em segundo lugar, a idolatria é egocêntrica. Se o que caracteriza a idolatria é o uso do deus, quem está no centro da espiritualidade não é o ídolo e, sim, o próprio homem. Enquanto alimenta o seu ídolo, o homem está, na verdade, trabalhando em prol de si mesmo. De fato, todos os ídolos são representações diferenciadas da própria tendência humana de auto-exaltação. Se olharmos nos olhos das “imagens de escultura” de nossos corações, veremos fotos ampliadas de nós mesmos. Enquanto alimentamos o que nos proporciona o objeto de desejo, somos nós mesmos que estamos sendo adorados.
A grande tentação humana é fazer do homem o seu próprio centro. Disfarçada nas mais diversas formas de devoção está a síndrome do Éden: ser igual a Deus.
3. Manipulação
Em terceiro lugar, a idolatria é manipulativa. É uma forma de definir fronteiras para o invisível. As imagens de esculturas são representações concretas e visíveis da realidade intangível. A princípio, pode ser uma tentativa de trazer para a realidade presente aquilo que se sente que está distante. Talvez fosse essa a intenção dos israelitas ao construir o bezerro de ouro. Colocar uma forma e uma face naquele que os havia libertado do cativeiro. Mas os desdobramentos dessa forma de pensar são extremamente enganosos. Uma vez que o invisível esteja aprisionado em uma forma, ele pode ser facilmente ignorado. O ídolo é manipulável. Ele pode ser venerado e descartado com a mesma facilidade, pois quem está no controle, na verdade, é o próprio homem.
Idolatria evangélica
Olhando sob esse prisma, aqueles que se denominam adoradores de um único Deus, podem cometer dois grandes erros.
O primeiro é dizer que não somos idólatras, quando nosso coração está cheio de altares. Dizer que não nos prostramos diante de ninguém senão de Deus, quando, na verdade, continuamos venerando nosso reflexo no espelho, fazendo tudo convergir ao nosso umbigo.
No entanto, o mais enganoso dos erros é o erro de servir ao único e verdadeiro Deus com um coração idólatra. A tentação de fazer de Deus um mero deus e, da adoração, mera idolatria.
Fazemos isso aplicando os valores da idolatria em nossa espiritualidade. Relacionando-nos com Deus de forma utilitária, egocêntrica e manipulativa. Quando nossa relação com Deus consiste apenas de usá-lo em prol do alcance de nossos desejos. Quando aquele que deve ser o centro é apenas um meio. Quando nos damos o direito de ignorá-lo uma vez que o consideremos desnecessário.
A idolatria evangélica é ainda mais contundente do que a veneração a imagens. Quando a praticamos, tentamos reduzir Deus a uma função menor: a função de nos fazer felizes. E quando a felicidade é o desejo final, Deus se torna um mero ídolo. Aquele que é o princípio e o fim de todas as coisas é visto como um trampolim para a realização de seus filhos. Ao invés de ser adorado, passa a ser utilizado. E nada nos acusa de idolatria, pois continuamos cantando nossos cânticos de adoração, praticando nossas disciplinas espirituais e realizando nossas rotinas religiosas. Mas o intento final não é a glória de Deus e, sim, a exaltação pessoal. Se as motivações são centradas no homem, o deus adorado aos domingos é o próprio homem. Servimos a Deus com coração idólatra quando olhamos para Deus procurando enxergar a nós mesmos. Quando levantamos as mãos aos céus, enquanto nos é conveniente. Quando ignoramos a soberania do Deus que nos sonda e conhece para manipularmos sua palavra, visando nosso bem-estar.
Deus é um ídolo quando ele se torna um passaporte para o céu ou um escape do inferno. Deus é um ídolo quando ele se torna um mero pagador de contas e provedor de luxos. Deus se torna um ídolo quando não aceito sua autoridade disciplinar em minha vida, revoltando-me contra os maus acontecimentos da vida e exigindo que ele faça alguma coisa para que eu volte a me sentir bem.
1. Deus Impessoal
Quando Deus se torna um ídolo, ele se torna impessoal. Estabelece-se uma relação fria, na qual Deus deixa de ser uma pessoa para tornar-se uma energia, uma “coisa” indefinida, que, justamente por não ser definível, não se importa de ser utilizado. Deus acaba assumindo a forma do objeto de desejo, uma vez que quem assim o vê apenas o concebe como sendo um meio para se atingir um fim.
A única situação em que uma pessoa consegue usar outra é quando o outro não é visto como pessoa. Tome por exemplo a prostituição. Um homem somente consegue usar a mulher como objeto, uma vez que não a veja mais como um ser humano. Ignorando sua individualidade e sufocando sua personalidade, aquele que usa alguém não vê problema algum, pois, afinal, é como qualquer outro objeto.
Ao ignorar a revelação de Deus como pessoa, o homem passa a utilizá-lo como qualquer outro objeto, como se a função de Deus fosse servir os interesses particulares dos homens.
2. Apenas Um dos Gomos da Laranja
Quando Deus se torna um ídolo, ele passa a ser apenas mais uma parte da vida. Nos dias atuais, os homens não ignoram a necessidade humana de espiritualidade. A maioria busca uma determinada expressão de espiritualidade que a faça de alguma forma transcender. No entanto a espiritualidade, nesses casos, não passa de mais uma faceta de uma vida multifacetada. Da mesma forma que a academia de ginástica ou o divã do psicólogo, o templo budista, a sessão espírita, a missa ou a igreja evangélica vêm simplesmente preencher uma necessidade da complexa vida humana.
“...a maioria de nós encara a vida como uma laranja e pensa que Deus é um dos gomos. Funciona mais ou menos da seguinte maneira: assim como interagimos com o trabalho, o lazer, o dinheiro, as pessoas, o corpo, a igreja e por aí vai, também interagimos com Deus – Deus é uma das nossas interações.”1 Nesse sentido, o papel de Deus na espiritualidade do homem pós-moderno é reduzido ao de mero preenchimento ocasional. O grande perigo desse tipo de abordagem é que ela isenta quem assim pensa do incômodo do questionamento. Abrigados pelo confortável esquema religioso, todos parecem estar em paz com a consciência e com Deus, e não existe nenhuma acusação que os faça repensar seus valores.
A religiosidade é um grande engano, talvez a maior aliada de Satanás no ofício de cegar o homem em relação à sua constante necessidade de Deus. Em uma espiritualidade sadia, o homem, embora buscando a santidade, nunca perde de vista suas limitações e tendências pecaminosas. A santidade de Deus e o contato com ela continuamente trazem à luz os ambientes obscuros do coração do homem, levando-o à humildade e ao arrependimento. A religiosidade abafa essa manifestação da luz, amortecendo os sentidos espirituais como uma espécie de anestesia, afastando o homem de Deus enquanto o faz pensar que está mais próximo dele.
3. Espiritualidade Imediatista
Quando Deus se torna um ídolo, sua espiritualidade se torna imediatista. Assim que Deus passa a ser visto como um objeto de uso, ele acaba sendo avaliado por seu desempenho. Em um mundo tecnológico onde a rapidez de resposta é a marca registrada da maioria dos objetos de uso, Deus tem a obrigação de responder com rapidez e eficiência.
Falar sobre o kairós de Deus é algo obsoleto e inquietante em uma sociedade acostumada a acionar botões. As pessoas estão cada vez mais impacientes. Ficam extremamente irritadas por esperarem um ou dois minutos no caixa eletrônico. Sentem que estão perdendo tempo. Sob essa perspectiva, se o cristianismo não providenciar respostas rápidas e prontas, ele se torna um sistema inadequado ao modus vivendi atual.
Enfim, à medida que esse processo se desenvolve, as posições vão se invertendo. O homem se torna deus e Deus, um mero ídolo.
Vencendo a idolatria
Deus não procura idólatras, ele procura adoradores. A adoração pressupõe submissão. Se nossa postura idólatra é constituída a partir de nossos desejos, a única maneira de deixar de ser idólatra é desejar a Deus. Se nossa busca pela felicidade nos torna idólatras, precisamos fazer de Deus nossa felicidade. Somente quando nosso deleite estiver centrado nele é que poderemos chamá-lo de Deus.
Creio que a verdadeira adoração é encontrar em Deus o lugar de prazer. Quando olhamos para ele sem enxergar nossas projeções e ideais, e conseguimos nos deliciar tão-somente no fato de estarmos com ele, então a libertação acontece.
No entanto, é necessária uma honesta avaliação. Como disse no início, existe uma imensa batalha sendo travada em nossas mentes, procurando anestesiar-nos em relação à idolatria. Mas se nos colocarmos diante de Deus, permitindo que ele nos sonde, nossa postura idólatra se evidenciará. Quando a imagem de Dagom foi colocada diante da Arca da Aliança, o ídolo pagão caiu por terra totalmente desmembrado. É preciso um Deus verdadeiro para confrontar a idolatria. É preciso submeter-se à avaliação divina; deixar que ele traga à tona nossas reais motivações, para que possamos encontrar lugar de arrependimento.
A idolatria é, sim, um pecado dos crentes. E, como todo pecado, precisa de arrependimento para ser limpo. O primeiro mandamento continua abordando um problema atual: nossa tendência em formar ídolos. Refletindo mais tarde, descobri que Mateus 22.17 não substitui Êxodo 20.3. Não é possível amar a Deus sem antes derrubar os ídolos, assim como não é possível adorar sem deixar de ser idólatra.
Que Deus nos perscrute com sua palavra e seu Espírito, derrube nossas tendências idólatras e seja para nós o único e verdadeiro Deus.
por Mateus Ferraz de campos
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Kol Shofar
O Que é Kol Shofar ??
O Nome "Kol Shofar"
Kol = Voz - ou em algumas traduções "Sonido" Shofar = Chifre de carneiro usado pelos hebreus como trombeta, traduzido para nossa bíblia como trombeta ou buzina. Kol Shofar quer dizer "voz de(a) Trombeta" ... esse nome veio mediante a uma revelação da palavra do Senhor que está em Isaías 58 "Clama a plenos pulmões, não te detenhas, ergue a voz (kol) como a trombeta (Shofar) e anuncia ao meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados."
Na bíblia vemos uma ligação do Shofar (trombeta ou buzina) e a "Santa Convocação", também vemos que o Shofar era usado para trazer lembrança ao povo de seus pecados e assim gerar arrependimento, conforme Levíticos 23:24 " Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, memorial, com sonidos de trombetas, santa convocação. 25 Nenhuma obra servil fareis, mas trareis oferta queimada ao SENHOR. 26 Disse mais o SENHOR a Moisés: 27 Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; trareis oferta queimada ao SENHOR. 28 Nesse mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o SENHOR, vosso Deus. 29 Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo.
Aqui nessa passagem, Deus fala com o povo de Israel para instituir uma data que no judaísmo é chamada de Rosh HaShanah e Yom Kipur, nessas datas todo o povo deveria ouvir o som do Shofar e ter esse som como memorial para lembrá-los de suas más obras e assim se arrepender de seus pecados, oferecendo o sacrifício queimado ao Senhor para expiação. Mas você pode perguntar : o que isso tem haver com os dias de hoje e com a igreja ?? ... Explicaremos isso mais adiante. O Shofar biblicamente tem como significado primordial ser um lembrete para o povo se arrepender, ele tem tambem outros significados, porém essa é a base," Chamado ao Arrependimento", gostaria que isso fixasse em nosso coração para entendermos melhor o que Deus está falado.
1° - Igreja Hoje e o Uso do Shofar
Hoje é muito grande o número de denominações que usam o shofar nos em seus cultos, Adoração, atos Proféticos, festas biblicas e etc. Mas também é corriqueiro isso ser visto por outras denominações um pouco mais reservadas como algo errado, como achar que as denominações que usam o shofar são "judaizantes" ou "vivem na lei" e etc, eu não quero me atentar para isso e sim nos atentaremos para um fato que observo nos dias de hoje, "o uso do Shofar tem aumentado dentro do Corpo de Cristo", vemos isso principalmente dentro daqueles que visam o "Avivamento" ou aqueles que buscam restaurar algo do Judaísmo como congregações Judaicas Messiânicas e aqueles tambem que estão ouvindo o Espirito Santo, e estão tocando o shofar somente por uma direção do Espirito. mas é interessante também pois tenho recebido alguns testemunhos de Igrejas Pentecostais, tradicionais e até Católicas usando o Shofar em datas específicas, isso me leva a fazer uma leitura, e vejo que é Profético para nos nossos dias, pois o uso do Shofar hoje não está limitado somente em em partes do Corpo de Cristo tidas como avivadas ou judaicas e sim Deus esta fazendo com que todo o Corpo ouça o o Som do Shofar, seja católicos como protestantes ou Judeus crentes. Será que Deus que dizer algo com isso ?
2° - Uma Voz
Em Apocalipse lemos varias vezes Jesus dando uma ordem a igreja: "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas..." é de extrema importancia que tenhamos ouvidos abertos para ouvir o que Deus esta falando conosco como igreja, e assim, ter uma direção do Espirito Santo para nos conduzir a cumprir a Boa e perfeita vontade de Deus.Continuando no assunto Shofar, Como já sabemos o seu toque tem como significado primordial uma "Chamada ao Arrependimento" e conforme observamos nos dias de hoje toda a igreja esta ouvindo o som do shofar, e tendo uma óptica profética sobre isso, leio que Deus esta falando algo com sua igreja, talvez seria até um alerta, um chamado ao Arrependimento, uma Santa convocação.
Santa convocaçãoSem muita explicação complicada, pois é fácil compreender, a Santa convocação é um momento onde o Povo se reunia para "ouvir" a voz de Deus e seus mandamentos. Era tambem um momento em que o Povo Adorava a Deus atraves de suas Festas que tambem eram chamados de "Ajuntamento Solene", e atraves daquela adoração Deus era entronizado no meio do Povo.
3º - Chamada ao Arrependimento
Nos arrepender do que?Escândalos, Luxúria, Gula, Individualismo, Independência, Desunião, Pornografia, Adultério, Materialismo, Riquezas, Roubos, Fraudes, Falsidade, Hipocrisia, Descaso com os pobres, Descaso com asViuvas e orfãos esses e outros pecados infelizmente tem acompanhado a igreja por anos e anos até os dias de Hoje, fora que temos deixado de exercer nosso papel Sacerdotal na face da Terra, de Interceder e Adorar para que Deus seja entronizado em nosso meio, observo que temos ficado mais preocupados em "ter bençãos" do que "ser bençãos", temos buscado mais a nossa felicidade, conquistas e realizações do que agradar ao Pai na simplicidade, e com que Ele já nos deu, e hoje trocamos os valores onde "declaramos" coisas que queremos e Deus se torna nosso servo, e é quase que obrigado a nos dar aquilo que "declaramos", e deixamos de ser servo para ser Senhor, o evangelho da renuncia, do arrependimento e do amor a Deus sob todas as coisas quase não ouvimos mais, e sim o evangelho hoje predominante é o da prosperidade e do amor ao dinheiro, do amor a bens materiais e o de uma busca a vida em "abundância", e vemos que o evangelho oferecido em comerciais não é mais o Evangelho do Reino de Deus e sim é o evangelho do reino do homem e tudo gira em torno do que queremos, e do que alimenta o nosso pensamento capitalista de ter e reter bens. Não estou aqui atacando nenhuma denominação e sim ataco o Reino das trevas e o pecado em nosso meio ! Deus tem dados sinais de uma Chamada ao Arrependimento. e dentre tantos sinais o Shofar tem sido só mais um.Assim como na Palavra vemos Deus usando o Shofar em Rosh Hashana para lembrar o povo de Israel de seus pecados hoje vejo Deus também Usado o Shofar para chamar a Igreja a um Arrependimento, e vemos que praticamente "quase todo o Corpo" de Cristo esta ouvindo o toque do Shofar, que é um chamado, e mediante ao estado de pecado que nos encontramos , ouço em meu Espirito Deus querendo nos conduzir ao Arrependimento. Creio tambem que em nossos dias Deus esta levantando uma geração de Profetas e Nazireus que no mesmo manto de Elias, Jonas e João Batista, irão anunciar os pecados de nosso povo, e convocar um arrependimento, e sua voz ecoará com um Shofar.
4º - "Clama a plenos pulmões, não te detenhas, ergue a voz (kol) como a trombeta (Shofar) e anuncia ao meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados.
" Nossa visão com o Kol Shofar não é ser um Ministério denominacional, mas sim ser uma Voz de Alerta, e ser tambem um amigo do Noivo, que ajuda a Noiva para o Dia do Casamento, corrigindo o que precisar ser corrigido e tratando o que precisa ser tratado.Nossa visão com o Site e a Palavra Kol Shofar é poder mostrar uma Óptica Profética do uso do Shofar nos dias de Hoje, e a seriedade de seu uso.
Então propomos
1- Que possamos ouvir essa Voz do Shofar e corresponder em arrependimento.
2 - Que possamos ter ouvidos abertos para ouvir o que o Senhor tem falado e corresponder com Ele.
3 - Que passamos deixar o nosso egoismo de lado e exercer o nosso Sacerdocio de Interceder pelos pecados e Adorar ao Senhor de forma que Ele seja entronizado em nosso meio.
4 - Que possamos todos ouvir o Espirito Santo juntos para tocar o Shofar e profetizar a vinda do Rei Jesus.
Queremos encorajá-lo a uma Busca por ouvir a Voz do Senhor e ter um primeiro Lugar na sua vida o Reino de Deus !
Kol Shofar - Voz da Trombeta
Clamando pelo Reino
Leonardo Marivil e Rachel Marivil
Como Ajudar o Kol Shofar ?
* Orando e intercedendo por nossas vidas
* Divulgando o site aos seus amigos e em suas comunidades
* Comprando nossos Shofares
* Fazendo uma oferta voluntária
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O Nome "Kol Shofar"
Kol = Voz - ou em algumas traduções "Sonido" Shofar = Chifre de carneiro usado pelos hebreus como trombeta, traduzido para nossa bíblia como trombeta ou buzina. Kol Shofar quer dizer "voz de(a) Trombeta" ... esse nome veio mediante a uma revelação da palavra do Senhor que está em Isaías 58 "Clama a plenos pulmões, não te detenhas, ergue a voz (kol) como a trombeta (Shofar) e anuncia ao meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados."
Na bíblia vemos uma ligação do Shofar (trombeta ou buzina) e a "Santa Convocação", também vemos que o Shofar era usado para trazer lembrança ao povo de seus pecados e assim gerar arrependimento, conforme Levíticos 23:24 " Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, memorial, com sonidos de trombetas, santa convocação. 25 Nenhuma obra servil fareis, mas trareis oferta queimada ao SENHOR. 26 Disse mais o SENHOR a Moisés: 27 Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; trareis oferta queimada ao SENHOR. 28 Nesse mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o SENHOR, vosso Deus. 29 Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo.
Aqui nessa passagem, Deus fala com o povo de Israel para instituir uma data que no judaísmo é chamada de Rosh HaShanah e Yom Kipur, nessas datas todo o povo deveria ouvir o som do Shofar e ter esse som como memorial para lembrá-los de suas más obras e assim se arrepender de seus pecados, oferecendo o sacrifício queimado ao Senhor para expiação. Mas você pode perguntar : o que isso tem haver com os dias de hoje e com a igreja ?? ... Explicaremos isso mais adiante. O Shofar biblicamente tem como significado primordial ser um lembrete para o povo se arrepender, ele tem tambem outros significados, porém essa é a base," Chamado ao Arrependimento", gostaria que isso fixasse em nosso coração para entendermos melhor o que Deus está falado.
1° - Igreja Hoje e o Uso do Shofar
Hoje é muito grande o número de denominações que usam o shofar nos em seus cultos, Adoração, atos Proféticos, festas biblicas e etc. Mas também é corriqueiro isso ser visto por outras denominações um pouco mais reservadas como algo errado, como achar que as denominações que usam o shofar são "judaizantes" ou "vivem na lei" e etc, eu não quero me atentar para isso e sim nos atentaremos para um fato que observo nos dias de hoje, "o uso do Shofar tem aumentado dentro do Corpo de Cristo", vemos isso principalmente dentro daqueles que visam o "Avivamento" ou aqueles que buscam restaurar algo do Judaísmo como congregações Judaicas Messiânicas e aqueles tambem que estão ouvindo o Espirito Santo, e estão tocando o shofar somente por uma direção do Espirito. mas é interessante também pois tenho recebido alguns testemunhos de Igrejas Pentecostais, tradicionais e até Católicas usando o Shofar em datas específicas, isso me leva a fazer uma leitura, e vejo que é Profético para nos nossos dias, pois o uso do Shofar hoje não está limitado somente em em partes do Corpo de Cristo tidas como avivadas ou judaicas e sim Deus esta fazendo com que todo o Corpo ouça o o Som do Shofar, seja católicos como protestantes ou Judeus crentes. Será que Deus que dizer algo com isso ?
2° - Uma Voz
Em Apocalipse lemos varias vezes Jesus dando uma ordem a igreja: "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas..." é de extrema importancia que tenhamos ouvidos abertos para ouvir o que Deus esta falando conosco como igreja, e assim, ter uma direção do Espirito Santo para nos conduzir a cumprir a Boa e perfeita vontade de Deus.Continuando no assunto Shofar, Como já sabemos o seu toque tem como significado primordial uma "Chamada ao Arrependimento" e conforme observamos nos dias de hoje toda a igreja esta ouvindo o som do shofar, e tendo uma óptica profética sobre isso, leio que Deus esta falando algo com sua igreja, talvez seria até um alerta, um chamado ao Arrependimento, uma Santa convocação.
Santa convocaçãoSem muita explicação complicada, pois é fácil compreender, a Santa convocação é um momento onde o Povo se reunia para "ouvir" a voz de Deus e seus mandamentos. Era tambem um momento em que o Povo Adorava a Deus atraves de suas Festas que tambem eram chamados de "Ajuntamento Solene", e atraves daquela adoração Deus era entronizado no meio do Povo.
3º - Chamada ao Arrependimento
Nos arrepender do que?Escândalos, Luxúria, Gula, Individualismo, Independência, Desunião, Pornografia, Adultério, Materialismo, Riquezas, Roubos, Fraudes, Falsidade, Hipocrisia, Descaso com os pobres, Descaso com asViuvas e orfãos esses e outros pecados infelizmente tem acompanhado a igreja por anos e anos até os dias de Hoje, fora que temos deixado de exercer nosso papel Sacerdotal na face da Terra, de Interceder e Adorar para que Deus seja entronizado em nosso meio, observo que temos ficado mais preocupados em "ter bençãos" do que "ser bençãos", temos buscado mais a nossa felicidade, conquistas e realizações do que agradar ao Pai na simplicidade, e com que Ele já nos deu, e hoje trocamos os valores onde "declaramos" coisas que queremos e Deus se torna nosso servo, e é quase que obrigado a nos dar aquilo que "declaramos", e deixamos de ser servo para ser Senhor, o evangelho da renuncia, do arrependimento e do amor a Deus sob todas as coisas quase não ouvimos mais, e sim o evangelho hoje predominante é o da prosperidade e do amor ao dinheiro, do amor a bens materiais e o de uma busca a vida em "abundância", e vemos que o evangelho oferecido em comerciais não é mais o Evangelho do Reino de Deus e sim é o evangelho do reino do homem e tudo gira em torno do que queremos, e do que alimenta o nosso pensamento capitalista de ter e reter bens. Não estou aqui atacando nenhuma denominação e sim ataco o Reino das trevas e o pecado em nosso meio ! Deus tem dados sinais de uma Chamada ao Arrependimento. e dentre tantos sinais o Shofar tem sido só mais um.Assim como na Palavra vemos Deus usando o Shofar em Rosh Hashana para lembrar o povo de Israel de seus pecados hoje vejo Deus também Usado o Shofar para chamar a Igreja a um Arrependimento, e vemos que praticamente "quase todo o Corpo" de Cristo esta ouvindo o toque do Shofar, que é um chamado, e mediante ao estado de pecado que nos encontramos , ouço em meu Espirito Deus querendo nos conduzir ao Arrependimento. Creio tambem que em nossos dias Deus esta levantando uma geração de Profetas e Nazireus que no mesmo manto de Elias, Jonas e João Batista, irão anunciar os pecados de nosso povo, e convocar um arrependimento, e sua voz ecoará com um Shofar.
4º - "Clama a plenos pulmões, não te detenhas, ergue a voz (kol) como a trombeta (Shofar) e anuncia ao meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados.
" Nossa visão com o Kol Shofar não é ser um Ministério denominacional, mas sim ser uma Voz de Alerta, e ser tambem um amigo do Noivo, que ajuda a Noiva para o Dia do Casamento, corrigindo o que precisar ser corrigido e tratando o que precisa ser tratado.Nossa visão com o Site e a Palavra Kol Shofar é poder mostrar uma Óptica Profética do uso do Shofar nos dias de Hoje, e a seriedade de seu uso.
Então propomos
1- Que possamos ouvir essa Voz do Shofar e corresponder em arrependimento.
2 - Que possamos ter ouvidos abertos para ouvir o que o Senhor tem falado e corresponder com Ele.
3 - Que passamos deixar o nosso egoismo de lado e exercer o nosso Sacerdocio de Interceder pelos pecados e Adorar ao Senhor de forma que Ele seja entronizado em nosso meio.
4 - Que possamos todos ouvir o Espirito Santo juntos para tocar o Shofar e profetizar a vinda do Rei Jesus.
Queremos encorajá-lo a uma Busca por ouvir a Voz do Senhor e ter um primeiro Lugar na sua vida o Reino de Deus !
Kol Shofar - Voz da Trombeta
Clamando pelo Reino
Leonardo Marivil e Rachel Marivil
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